Trouxe azeitonas que vou pôr a medrar ... lá para o almoço de dezembro, prometo levá-las prontas a comer ... assim como quem deixa um passo por cumprir ...
até já
O Wittgenstein colocou o grande problema da filosofia na (in)capacidade de comunicação. No tempo dele não existia este modernismo de blogar.


Hoje, 28 de Novembro, a L.A. foi sozinha a um concerto de jazz.

Uma história devida!
Perdi um dia, na minha história de vida, mas ganhei a liberdade do Ricardo!
Saí de casa cedo, pisando com prazer as folhas que tresmalhavam debaixo dos pés. Estava um frio suportável, daqueles bons que não entram no corpo, só gelam o nariz. Fui à bica, tomei a bica e no regresso, de nariz no ar, o meu olhar cruzou-se com um balão que atravessava a estrada. Um balão verde, vulgar, em formato de balão, de cor verde, verde, sem mais adjectivos e de formato tipico de balão, com um fio pendurado...esvoaçando errante de um lado para o outro da rua. Entrou na árvore, ainda vestida com algumas folhas já muito amareladas, aquelas que ainda não tinham caído no chão para formar o tapete que há bocadinho tinha pisado. O balão verde entrou na árvore, por baixo. Fiz meu o pensamento da Matilde...se o balão sair da árvore por cima, o ano novo correrá bem.
aproveitei o feriado da republica, para visitar outras republicas.
